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Vida

Orgulho nos seus Legos

Por Inês

Ao pesquisar para este artigo, encontrei uma campanha deliciosa da Lego dos anos 80 que ilustra perfeitamente a igualdade de género que na altura os blocos Lego tão bem representavam. Os blocos eram básicos, neutros, puxavam pela imaginação e abriam os horizontes de meninos e meninas por igual.

Eu podia começar aqui a desfiar um rosário de considerandos e comparações sobre a forma como os miúdos se vestiam então e agora, a forma como os retratavam e o que esperavam de uns e outros - antigamente eram todos garotada (para não dizer "a canalha"), hoje em dia claramante temos as meninas e os rapazes. Mas não, não me apetece ir por aí hoje.

Fiquei antes vidrada na mensagem da campanha - o orgulho desmesurado e cativante que salta pelos olhos de cada um destes miúdos perante uma das suas criações.

As caras que estes miúdos nos anos 80 faziam ao construir uma obra "daquelas" da Lego é exactamente igual à que o Miguel faz quando nos vem mostrar a sua última façanha de engenharia.

O Pedro sempre foi mais chegado a livros e animais, brincadeiras de roleplay com animais, já o Miguel é mais máquinas, estruturas, carros, bolas. O construtor Lego perfeito. Ele desmonta todos os carros e barcos feitos com peças especiais (que o pai e o Pedro adoram montar, mas com os quais depois não brincam) e monta as máquinas mais complexas e grandiosas que se lembra. E explica-as ao detalhe e depois brinca com elas que tempos.

Cada um destes miúdos são uma delícia de ver e o Miguel está igual, adoro. Vejam na galeria, vão adorar também. Ver a carinha de orgulho deles e recuar aos vossos sentimentos de orgulho perante as obras que faziam naquela altura, naqueles anos e com a idade deles. Viva a geração Heidi!

Clique na Imagem para ver a Galeria

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