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Vida

Provas de aferição: sim ou não?

Por Inês

Hoje o Pê fez a prova de aferição de Português, do 2’ ano. Foi tão difícil que ainda o pôs em apuros: depois de fazer e rever a prova (rever é regra obrigatória cá em casa!) pôs-se a fazer desenhos na prova e a professora ficou varada, teve de andar a apagar tudo à pressa! Só ele!

Estas provas e os exames em geral não me causam qualquer aversão, pelo contrário: são necessários e é bom que façam parte da vida dos miúdos desde cedo.

Eles aprendem a lidar com coisas importantes e oficiais, acontecimentos diferenciadores e decisivos, mesmo que nós pais saibamos perfeitamente que não contam para nada. Para eles conta. Eu não disse ao Pé que estas provas não contavam para a nota porque não queria tirar a solenidade à prova, ele anda todo mobilizado e só lhe faz bem. Aprendeu a preencher cabeçalhos com os seus dados pessoais, reforçou a responsabilidade que está em fazer um exames a nivel nacional, além dos testes, que já são sempre tidos como importantes, que são.

Mais que uma preparação para os exames que lhe vão por à frente pela vida fora, estes exames já valem por si, formamo-nos no hoje, para os dias que vivem hoje.

Há tempo para tudo, há tempo para brincar, tempo para se distrair, tempo para estudar e estar concentrado a fazer coisas com mais responsabilidade. Tudo isso é crescer, faz parte de se ser criança, de se passar de bebés sem noção de si para pessoas com cabeça, coração e noção. 

Venham as provas da vida que cá estaremos para as fazer.

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