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Filhos

Quando o número dois precisa de uma forcinha

Por Inês

Uns pais com mais sorte do que outros, mas de certeza que faz parte das nossas recordações mais vincadas dos miúdos enquanto bebés eles terem, ora um dia o cocó mole, ora outro o cocó duro, ora ele não vir de todo… E lá íamos nós, pobres pais, entremeando umas bananas num dia com sumo de ameixa nos seguintes, sempre à espera do melhor resultado, e sempre avaliando a cor, a consistência, a potência do disparo... Oh boy, tu és verdadeiramente mãe e pai quando falar de cocó com todos os pormenores é algo tão comum e "normal" como desejar "Bom dia"! Fazer cocó era tão central quanto comer ou dormir. 

Aqueles dias lembrados hoje são hilariantes, mas na altura, faziam jus ao resultado... Eram motivo de preocupação e causavam mal estar nos nossos bebés. À medida que os nossos filhos vão crescendo, com sorte, este tipo de "intervenção parental" vai sossegando, chega a uma altura em que apenas temos de assegurar que tudo vai parar devidamente à retrete e que de lá não volta a sair. 

Vamos combinar, este de que vos falo hoje não é certamente um assunto no qual nós gostamos de nos meter, mas, enquanto pais, sempre estivemos e continuamos a estar lá para os nossos filhos nas boas e nas más ocasiões. E a prisão de ventre deles é certamente uma ocasião "desafiante" na qual de vez em quando temos de dar uma forcinha.

De facto, podemos achar que é um problema muito nosso, mas para muitas crianças, mais do que imaginamos, ir à casa de banho é difícil e pode ser bastante doloroso e desconfortável. Trata-se de uma situação muito stressante para a criança e para a família, mas pode ter solução.

Para início de conversa, sobretudo a partir do momento em que os nossos miúdos já não são bebés, não vale a pena achar que um ou dois dias sem fazer cocó imediatamente significa prisão de ventre! Cada pessoa, desde nova, tem o seu ritmo, há quem faça várias vezes por dia, há quem se sente no trono dia sim, dia não.

Os sinais mais evidentes da prisão de ventre nos miúdos podem ser vários destes sintomas em simultâneo, como por exemplo, cocó muito duro e seco, dores de barriga constantes, barriga inchada e dura, falta de apetite, sinais de cocó meio líquido que suja a fralda ou a roupa interior, sinais de sangue no cocó ou no papel higiénico (normalmente devido a fissuras), mau humor e irritabilidade (ok, esta até pode ser só sono, mas convém estar atento);

Reconhecendo estes sintomas, e uma vez que acreditamos estar perante uma prisão de ventre a valer, esta nunca deve ser desvalorizada, e deve ser tratada com método e muita calma, pois pode facilmente tornar-se num ciclo vicioso!

De facto, para muitos miúdos e respectivas famílias, a prisão de ventre pode tornar-se um ciclo vicioso [1] que anda geralmente à volta do mesmo:

A criança pode sentir dor ao evacuar, devido, por exemplo, a mudanças na dieta, stress, desconforto em evacuar fora de casa (um problema em idade escolar, ou depois do desfralde…), entre outros.

Como consequência dessa dor, o pequenito começa a associar dor à evacuação e por isso desenvolve medo de ir à casa de banho.

O medo leva a que evite a evacuação, o que resulta em fezes duras, secas e mais volumosas, por permanecerem muito tempo no intestino, ficando mais difíceis de evacuar, e tornando a experiência ainda mais dolorosa. E voltamos à dor na hora de evacuar… Coitadinhos, sofrem mesmo, e nós com eles!

Este ciclo vicioso conduz a muito stress não só para a criança, mas também para os pais, a família, que tenta ajudar como pode, desde o primeiro dia, mas é sempre difícil.

É importante quebrarmos este ciclo vicioso, por um lado, para evitar complicações, e por outro lado, para eliminar a fobia do bacio ou da retrete, o que é essencial para a regularização do trânsito intestinal dos miúdos.

Como podemos, enquanto pais, ajudar a quebrar este ciclo sem darmos em doidos?1,[2] Ora, este ciclo vicioso pode ser quebrado através de algumas medidas que assentam em 3 pilares:

 

Alimentação - Educação - Outras medidas

 

Quanto à alimentação, podemos ajudar dando ao nosso filho bastante água a beber e pondo no prato de cada refeição fibras solúveis, que se encontram principalmente nos frutos, nas hortícolas, nas leguminosas e nos alimentos contendo aveia, cevada ou centeio; 

Por outro lado, em termos educativos e relacionais, criar as rotinas certas pode ajudar. Por exemplo, encorajar o miúdo a ir à casa de banho regularmente, 15 a 30 minutos depois de cada refeição.

Um truque que pode resultar passa por garantir que o nosso filho tem os pés bem assentes quando está sentado na retrete ou no bacio. Se a criança já usar a retrete, colocar um banquinho aos pés para que ela se ponha quase de cócoras cria uma posição natural que estimula muito a evacuação, experimentem!

Se a criança estiver a aprender a utilizar a retrete ou o bacio, é importante que este momento não se torne uma situação tensa. Cabe a nós entrar em acção, deve existir da nossa parte um reforço positivo, por exemplo, aligeirar a situação, distrair com conversa, combinar uma pequena recompensa, criar um ritual de uma dança de comemoração, brincar muito, correr, saltar! Tanta brincadeira não só aligeira a situação, esquecendo um pouco o “problema”, como ajuda a fazer mexer os intestinos.

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Por vezes, pode surgir um vestígio de líquido acastanhado na roupa interior, devido à fuga involuntária de líquido fecal. Coitadinhos, isto pode deixá-los envergonhados ou aflitos - se bem que me parece que os meus rapazes ficariam impávidos e serenos… Rapazes!! Seja como for, é importante não castigar ou culpar a criança nestas situações.

Quando as medidas anteriores não são suficientes, a utilização de um produto adequado  pode ser importante para evitar complicações e estabilizar a relação da criança com a defecação.

Um destes produtos é o DulcoSoft, pode ser um recurso altamente eficaz numa hora mais difícil dos nossos miúdos.

Aliás, este produto pode ser usado por toda a família (incluindo grávidas e mulheres a amamentar), a partir dos dois anos de idade (solução oral), actuando através da retenção de água no intestino, o que amolece as fezes, aumenta o seu volume e facilita a sua evacuação, tornando-a mais confortável. O que pode ser uma boa solução!

 

A substância activa do Dulcosoft, o Macrogol 4000, depois de tomado (com ou sem alimentos, preferencialmente de manhã) demora normalmente entre um a 3 dias a produzir o seu efeito, sendo uma forma suave e orgânica de ajudar os nossos miúdos, fazendo com que pensem que até foram eles a conseguir ajudar-se, o que é óptimo para o retomar de uma rotina sem sobressaltos.

Se tudo correr bem, e enquanto pais estamos a fazer figas desde o início (!!), a frequência das evacuações fica normalizada. Sai muita dança da comemoração, que alívio!!

Entretanto, se o problema das fezes duras não ficar resolvido, podemos continuar a usar Dulcosoft® nos dias seguintes. Se o problema persistir durante mais tempo que 28 dias com a toma do Dulcosoft, a sua causa deve ser investigada, levando os miúdos ao médico pediatra ou especialista.

 

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Podem ver aqui mais sobre este pequeno grande ajudante dos nossos miúdos, sempre a postos para nos tirar de um aperto! 

Com as medidas que vos deixei acima e esta ajuda muito valiosa, de certeza que a forcinha que vão ter de dar aos vossos filhos vai ser mais fácil de levar adiante, vamos combinar, já chega de confusões com cocós, toca a andar, tudo adiante!

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DULCOSOFT® Pó para Solução Oral e DULCOSOFT® Solução Oral são dispositivos médicos para amolecer as fezes duras e secas e facilitar a evacuação. A administração a grávidas e crianças com menos de 8 anos deve ser preferencialmente supervisionada por um profissional de saúde. DULCOSOFT® não deve ser tomado durante mais de 28 dias. Não tome DULCOSOFT® no caso de alergia ao macrogol 4000 ou a qualquer outro ingrediente, se tiver alguma doença intestinal inflamatória grave ou megacólon tóxico, perfuração digestiva ou risco de perfuração digestiva, íleus, suspeita de obstrução intestinal, estenose sintomática ou síndromes abdominais dolorosas de causa indeterminada. Leia com atenção a rotulagem e instruções de utilização. (5.0) [SAPT.DULC8.18.05.0329a]

 

[1] Nadeem A Afzal, et al. Constipation in children. Ital J Pediatr. 2011; 37: 28.

[2] Nurko S., et al, Evaluation and Treatment of Constipation in Children and Adolescents. Am Fam Physician. 2014 Jul 15;90(2):82-90.

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3 comentário(s)

Marta Gonçalves19 de Junho, 2018 às 19:39:22
Responder

Já usei com a minha filha e resultou! Adoro a tua escrita, ainda me ri BJ

Marta Gonçalves19 de Junho, 2018 às 19:41:22
Responder

Já usei com a minha filha e resultou! Adoro a tua escrita, ainda me ri BJ

Tertúlia da Susy20 de Junho, 2018 às 10:05:20
Responder

Olá Acabei de nomear o seu blog para o Sunshine Blogger Award. Toda a informação no meu post agora publicado em Tertúlia da Susy, obrigada pela atenção e... muitos Parabéns!

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